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 NOTÍCIAS

NACIONALIZAÇÃO DA MICEB
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NOTA OFICIAL:

A Missão Cristã Evangélica do Brasil – MICEB tem sua história iniciada no Brasil no ano de 1924, através da Heart of Amazonia Mission, depois passou a ser dirigida pela Worldwide Evangelization Crusade (WEC) com a alcunha de Cruzada da Evangelização Mundial (CEM), e no ano de 1967 foi juridicamente registrada como Missão Cristã Evangélica do Brasil.

Por quase 100 anos, a MICEB tem sido uma presença exitosa na evangelização do povo brasileiro, treinando obreiros nacionais, plantando igrejas, fundando instituições ensino, indo a lugares não alcançados, e através de seus pioneiros advindos de diversos países, organizou a Aliança das Igrejas Cristãs Evangélica do Brasil – AICEB, que concomitantemente era presidida pelo presidente de ambas instituições.

A AICEB, filha e irmã da MICEB, conta hoje com aproximadamente 600 trabalhos, entre igrejas, congregações e campos missionários, sendo herdeira do seu legado e exemplo, estando apta para contribuir com a missão de forma mais efetiva.

Em Assembléia Geral Extraordinária, nos dias 18 a 20 de novembro de 2021, nas dependências do Seminário Cristão Evangélico do Norte – SCEN, a MICEB resolveu mediante votação, nacionalizar a direção da Missão no Brasil, elegendo obreiros da AICEB para sua composição e liderança, este ato representa um grande avanço na expansão do Reino de Deus, especialmente para as igrejas da AICEB que agora serão interlocutoras e parceiras de missões internacionais como UFM, SAM Global e Crossworld.

A nova diretoria da MICEB, eleita e empossada, ficou assim constituída:

PRESIDENTE: Pr. Fábio Oliveira Costa – AICEB
VICE PRESIDENTE: Pr. Paulo Augusto Brito Barbosa – AICEB
CONSELHEIRO: Pr. José Afonso Martins de Morais – AICEB

SUPLENTES:

Pr. Cleber da Silva Campos – AICEB
Pr. Natanael Cardoso Negrão – AICEB
Pr. Paul Edward Jantz – MICEB

CONSELHO FISCAL:

Mis. Martin Hollenstein – MICEB
Pr. Luís Fernando dos Santos Oliveira – AICEB
Mis. Joana Ruth McMillen – MICEB

SUPLENTES:

Pr. Franklande Mendes Sobral – AICEB
Mis. Martin Baumann – MICEB

São Luís, Maranhão, 21 de novembro de 2021


Pr. Reinaldo Mouacy Chaves Miranda.

Presidente da AICEB.

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O VALOR DA REFORMA PROTESTANTE!
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O VALOR DA REFORMA PROTESTANTE PAR A IGREJA HOJE!
504 anos.

“Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá.”
Efésios 5:14

A reforma protestante para a igreja do Senhor é um marco histórico de fundamental valor para toda cristandade espalhada pelo mundo.
As 95 teses de Martinho Lutero, mais do que um gesto de rebeldia, como muitos acham, para os cristãos foi e é um retorno a centralidade das Escrituras, até então deturpada e ignorada pelas autoridades eclesiásticas da época.
Esta doutrina é preciosa em todos às suas vertentes, no que tange a teologia bíblica, a partir das solas: Somente às Escrituras, Somente a Graça, Somente a fé, Somente Cristo e a Glória somente a Deus. Essas verdades são mais que encantadoras para nós cristãos, são o fundamento da nossa fé.
Nossa declaração de fé, enquanto Denominação, assegura-nos que estamos no caminho certo e eterno! Pois temos Jesus Cristo como nosso único e Firme Fundamento! Nada nos atrai mais que viver uma fé arraigada e fincada nos fundamentos da fé cristocêntrica.
Face ao acima exposto, em que essas verdades nos auxiliam, nos animam e nos despertam? Quais pontos dessa sã doutrina podem e devem auxiliar nossa prática na igreja do SENHOR hoje? Enumeremos pelo menos 3 das nossas necessidades hoje, enquanto igreja de Cristo.

1. A IGREJA PRECISA DESPERTAR:
No cultivo diário da vida com Deus e sua Palavra, bebendo da fonte inesgotável! Comer alimento sólido, não a palha do imediatismo, das ondas frívolas existentes nos movimentos rasteiros e sorrateiros da presente sociedade. Só as Escrituras! Só a Graça! Só a Fé! Só Cristo! Tudo para Deus, só a ele a Glória!

2. A IGREJA PRECISA LEVANTAR:
De onde para onde?
Dos mortos. Os efésios eram escravos da deusa Diana. A igreja salva resgatada vivia ainda os resquícios da vida velha, como vive a igreja hoje também. Nada pior que a frieza espiritual na vida do cristão. O verbo aqui exige ação, dando a ideia de acordar e despertar.
Só as Escrituras só a graça, só a fé, só Cristo, só a glória motivadora de Deus e suficiente tem o poder de levantar o pobre moribundo para salvação, e o cristão frio e inoperante para um vida elegante de testemunho.

3. A IGREJA PRECISA PERMITIR QUE CRISTO A CONDUZA:
O despertar, o levantar, resulta e comprova a submissão do cristão deixando-se ser dirigido, guiado e submisso a Cristo Jesus. Cristo é o Senhor, é precisa ter a primazia na vida do cristão e da igreja.
Só Cristo pode guiar, dirigir perfeitamente sua igreja, Ele é o caminho, a verdade e a vida, e nele somos salvos, seguros, fortes e alegres.
Fica para nós, portanto, o grande desafio: manter firmes este legado da Reforma Protestante, completando hoje 504 anos de atuação eficaz!

A vez é nossa agora! Continuemos prosseguindo em constantes novidades na vida cristã!
Amém!

Pr. Reinaldo Miranda.
Presidente da AICEB.

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7 DE SETEMBRO: O DEVER DE ORAR
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PALAVRA INSTITUCIONAL

Graça e Paz!

E contou-lhes também uma parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer, Dizendo: Havia numa cidade um certo juiz, que nem a Deus temia, nem respeitava o homem. Havia também, naquela mesma cidade, uma certa viúva, que ia ter com ele, dizendo: Faze-me justiça contra o meu adversário. E por algum tempo não quis atendê-la; mas depois disse consigo: Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens, Todavia, como esta viúva me molesta, hei de fazer-lhe justiça, para que enfim não volte, e me importune muito. E disse o Senhor: Ouvi o que diz o injusto juiz. E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles? Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?  (Lucas 18:1-8)

Estamos em plena Campanha de oração durante todo o mês de setembro, e temos a oportunidade de vivenciar neste mês, as comemorações da independência do nosso Brasil.

Lamentamos constatar que nosso país precisa urgentemente ser liberto de todas as práticas contrarias à Palavra de Deus e que fortemente tem escravizado seu povo.

Estamos num momento cruciante quanto a nossa liberdade religiosa, moral, econômica e social. A família e a fé em Cristo correm sérias ameaças.

É tempo do povo de Deus em humilhação, oração, arrependimento e rendição total a Deus, buscar a verdadeira liberdade que só se encontra em Cristo Jesus, nosso Senhor e Salvador!

É tempo de orar com insistência e persistência!

Gosto muito da palavra de Jesus em Lucas 18, pois nos mostra o significado profundo da oração e o lugar preponderante dela, na vida dos seus discípulos e no caso hoje da sua igreja, ele ilustra com a história do rei iníquo. Face a sua demanda de trabalho em atender as necessidades do seu público alvo “Pessoas com necessidades gritantes” ilustrada por uma viúva pobre, a qual lança suas necessidades diante dele de forma pertinente.

O juiz decide atende-la, objetivando não ser mais importunado pela cliente sofrida. Trazendo para nós hoje, enquanto igreja do Senhor, face aos grandes desafios de orar por missões, orar pelo Brasil e suas autoridades constituídas e especialmente pelo futuro da atual e da futura geração, vem à  nossa mente o comportamento do juiz na parábola e as necessidades da viúva sofrida.

Verificamos que temos hoje os mesmos desafios de orar, implorar e rogar ao nosso Deus fervorosamente e persistentemente, sabendo que o nosso Juiz diferentemente do juiz iniquo, não se importuna conosco, ao contrário nos dá livre acesso para com ele está com Ele falar. Pedir em oração, na convicção  que Ele nos ouve com é dito na sua Palavra em 1 João 5:14:
“E esta é a confiança que temos para com Ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve.”

E ainda sobre o dever de orar sempre, Jesus nos ensina em Mateus 7:7-11:
“Pedir, e dar-vos; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-a…”

E ainda o Apostolo Paulo diz em 1 Tessalonicenses 5:17:
“Orai sem cessar.”

O momento atual, diante de tudo quanto sabemos, ouvimos e vemos, leva-nos a  solicitar aos obreiros e membros de igrejas, que se mobilizem em oração, não apenas pelo fato de estarmos no mês da Campanha Nacional de Missões, mas especialmente neste dia 7 de setembro de 2021, dia em que comemoramos a nossa Independência de Portugal.

Oremos em família, na igreja e em grupos pequenos, oremos pela manhã, ao meio dia e a noite. Oremos por nossa Pátria amada e por sua verdadeira e real liberdade!

Jesus é o nosso Sumo Sacerdote e o nosso advogado, representando-nos diante de Deus o nosso Pai. Certos de que seu Santo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis!

Façamos desse dia, 7 de setembro de 2021, um grande marco para toda nossa AICEB e para toda a Igreja do Senhor em solo brasileiro e em toda a terra.

Deus salve a nossa Pátria!

Pr. Reinaldo Miranda.
Presidente da AICEB.

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A POSIÇÃO DA AICEB SOBRE O ABORTO
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A POSIÇÃO DA ALIANÇA DAS IGREJAS CRISTÃS EVANGÉLICAS DO BRASIL SOBRE O ABORTO

A AICEB reprova todo e qualquer tipo de aborto voluntário.
Diante da observação obediente da Palavra de Deus, da preservação da vida e da autoridade do Criador, só temos a declarar: Cremos que:

1. A formação da vida no útero é obra de Deus – Sl 139.13; Jó 31.13-15; Sl 139.13 “formaste” ( הנָקָ qanah = criar, obter, possuir. ) “Interior” ( היָל כּ kilyah = lit > rins -órgão físico; fi g>l ugar de emoção e afeição; tradução NVI = “tu criaste o íntimo do meu ser). “teceste” ( ךכַ שׂ saw-kak’ = entrelaçar) Sl 139.13 traz não somente a ideia criativa, mas também a ideia do conhecimento de Deus sobre a totalidade do ser que é criado (“fi zeste o lugar de meus mais íntimos sentimentos” – F. Davidson, O Novo Comentário da Bíblia).
Essa tônica sobre o conhecimento harmoniza-se com a ideia da onisciência evocada pelo restante do Salmo, tanto que no vs. 16 Deus é aquele que não só forma a vida no ventre mas também determina (ainda no ventre) a extensão que essa vida terá. Tanto o “criar” como o “conhecer” implicam na relação de Deus com um ser em sua completude.
Jó 31.13-15
“formou” ( ה שׂעָ `asah = fabricar, produzir) “fez” ( ה שׂעָ `asah = fabricar, produzir)
“formou” ( ן וּכּ kuwn = ser firme, ser estabelecido)
Nesse contexto onde Jó fundamenta a sua integridade diante de Deus, os versos 13-15
trazem um particular interessante: a ideia de que todos estão sob a ação geradora de Deus. Tanto ele (Jó) como seus servos e suas servas, foram formados por Deus no ventre materno – “Aquele que me formou no ventre não o fez também a ele? Ou não nos formou do mesmo modo
na madre? (Bíblia literal do texto tradicional – anotada)

2. Bíblia trata os fetos da mesma maneira que os bebês –; Lc 1.44; 2.12; Êx 21.22-25; Ex 21.22-25 “grávida” ( הרֶהָ hareh = grávida) “aborte” ( אצָיָ yatsa = vir para fora, avançar. Trad. NVI “e ela der à luz prematuramente”; trad. Bíblia literal do texto tradicional – anotada: “e for causa de que o seu filhinho saia dela”. O contexto de Ex 21.12-36 aprecia casos de violência e suas
respectivas punições. Ao mencionar o caso da mulher grávida, dois casos são mencionados:
1) Vs. 22: Se dois homens brigarem, e ferirem mulher grávida, e for causa de que aborte ( אצָיָ yatsa – nascimento prematuro, e não morte), porém sem maior dano, aquele que feriu será obrigado a indenizar…
2) Vs. 23: Mas, se houver danos graves, a pena será vida por vida…
Os “danos graves” incluem a própria morte, e a vida do feto é equiparada à vida daquele
que mata. O termo “vida” ( שֶׁפֶנ nephesh), é também traduzido por “alma”, “pessoa”, “criatura”. Em todo o contexto, o princípio “olho por olho e dente por dente” (vs 24)
garantia a justa restituição e coibia a vingança exagerada. Portanto, compreendemos que se a vida do feto só é justamente restituída por meio da vida do homicida, está explícito que Deus considera o feto como uma vida plena da mesma forma que considera um ser já nascido. Estar no ventre não o torna um ser inacabado diante de Deus, mas este o vê como uma vida integral.

3. Deus ordenou: “Não matarás” (Êx 20.13). O verbo “matar” aqui é “ratsah”, no original hebraico, e significa morte violenta, assassinato. Essa palavra não é usada em tempos de guerra ou morte por execução judicial. Em Números 35.18 vemos: “o homicida será morto”. A palavra homicida é ratsah (assassino), enquanto que “morto” vem da forma hiphil de mut, que indica ser execução legal. Vemos na Bíblia que Deus partilha com autoridades civis dos seus
direitos à vida (Rm 13.1-7), mas nunca contra nascituros inocentes.

4. A Bíblia combate o derramamento de sangue inocente – Sl 106.38; Jeremias 22.3;
Sl 106.38 e Jr 22.3 “Inocente” ( איִקָנ naqiy = limpo, isento, claro.)
Tanto no Sl 106, que trata da idolatria que Israel aprendeu com outras nações, incluindo sacrifício de crianças, como Jr 22.3, que relata a advertência de Jeremias à casa de Judá e ao seu rei, o “sangue inocente” faz parte do alerta de Deus. Apesar de tratarem de crianças já nascidas, o termo “sangue inocente” é aplicado sem reservas a elas. Se uma criança já nascida é considerada como sangue inocente, o que dizer daquelas que ainda estão no ventre materno!
A inocência (estar limpo, isento, claro) se contrasta com o fato de serem eliminadas injustamente por aqueles que não são nada inocentes. A tenra idade, como a própria condição indefesa da criança (principalmente ainda no ventre materno) explicam o porquê da advertência divina ao povo de Israel e à casa de Judá.

5. A Bíblia ensina que Deus manifesta seu poder gracioso por meio do sofrimento das pessoas e não apenas ajudando-as a evitar a dor. Isso combate a ideia dos partidários do aborto ao julgarem que a sobrevivência muito difícil, ou mesmo trágica de um ser humano, no caso do feto com problema de formação, seja o mal maior que tirar a vida. Dizem que matando o feto evitará o sofrimento da mãe – Rm 5.3-5; 8.18; At 14.22; Tg 1.3,4; Hb 12.3-11. Enfim, se dizem que tirar a vida é um mal menor que o sofrimento que o feto e a mãe poderiam enfrentar é dizer que são mais sábios do que Deus.

6. A Bíblia condena a ideia de o aborto favorecer as crianças levando-as logo ao céu – Rm 6.1; 3.8;

7. A Bíblia ordena socorrer os que estão sendo levados à morte – Pv 24.11-12;
Mesmo que o texto não se refira especificamente à morte de crianças ou ao aborto em si, é evidente que o apelo de Deus é pela vida, e nesse sentido podemos usar esse princípio geral e aplicá-lo ao caso específico do aborto. Abrir mão da vida ou não fazer caso de resgatá-la é uma atitude digna de punição (vs. 12). Diferentemente da palavra “morte” ( תֶוָמ maveth) no vs. 11, a palavra “mortos” ( גֶרֶה hereg) no final do mesmo versículo é também traduzida por “matança” ou “execução”, denotando uma ação impiamente deliberada contra a vida, como geralmente é o caso de aborto. A NVI retrata bem essa cena “Liberte os que estão sendo levados para a morte; socorra os
que caminham trêmulos para a matança!”

8. A Bíblia registra a admoestação de Jesus aos que tentavam impedi-las de chegarem
a Ele (Lc 18.15,16). A palavra “criança” usada neste texto é a mesma de Lucas 1.41,44 quando fala da criança em gestação no útero de Isabel. Isso mostra que tanto faz uma criança de colo como uma criança no útero, Deus as considera pessoas vivas. Veja também Mc 9.36,37;

9. A Bíblia garante Deus como o Criador e dono do direito de dar e tirar a vida – Jó 1.21; Jó 1.21
Depois de perder os bois e as jumentas (vs. 14) as ovelhas (vs. 16) os camelos (vs, 17) e os servos que cuidavam desses animais, Jó recebe a notícia da morte dos filhos (vs. 19). É após essa última notícia que Jó lança-se ao pranto e declara: O Senhor o deu ( ןַתָנ nathan) e o Senhor o tomou ( חַקָל laqach), vs.21). A soberania de Deus se estende tanto
sobre a origem da vida quanto sobre o seu término. A consciência de Jó repousava sobre o fato de que nenhuma injustiça estava sendo cometida, pois Deus não lhe tirou nada que antes não lhe tivesse dado, inclusive a vida dos filhos. Ao afirmar “nu saí do ventre da minha mãe e nu voltarei (vs. 21), Jó
Alguns comentários adicionais…
No Salmo 139.16, o salmista diz com referência a Deus: “Os teus olhos me viram a substância ainda informe”. O autor se utiliza da palavra golem, traduzida como “substância”, para descrever-se a si mesmo enquanto ainda no ventre materno. Ele se utiliza desse termo para se referir ao cuidado pessoal de Deus por ele mesmo durante
a primeira parte de seu estado embrionário (desde a nidação até as primeiras semanas de vida), o estado antes do feto estar fisicamente “formado” numa miniatura de ser humano. Sabemos hoje que o embrião é “informe” durante apenas quatro ou cinco semanas. Em outras palavras, mesmo na fase de gestação da “substância ainda informe”
(0 – 4 semanas), Deus diz que Ele se importa com a criança e a está moldando (Salmo 139.13-16).
John Frame: “Não há nada nas Escrituras que possa sugerir, ainda que remotamente, que uma criança ainda não nascida seja qualquer coisa menos que uma pessoa humana, a partir do momento da concepção”.
Todos esses textos bíblicos e muitos outros indicam que Deus não faz distinção entre vida em potencial e vida real, ou em delinear estágios do ser – ou seja, entre uma criança ainda não nascida no ventre materno em qualquer que seja o estágio e um recém-nascido ou uma criança. As Escrituras pressupõem reiteradamente a continuidade de uma pessoa, desde a concepção até o ser adulto. Aliás, não há qualquer palavra especial utilizada exclusivamente para descrever o ainda não nascido que permita
distingui-lo de um recém-nascido, no tocante a ser e com referência a seu valor pessoal.
No Antigo Testamento, a Bíblia se utiliza das mesmas palavras hebraicas para descrever os ainda não nascidos, os bebês e as crianças. No Novo Testamento, o grego se utiliza,
também, das mesmas palavras para descrever crianças ainda não nascidas, os bebês e as crianças, o que indica uma continuidade desde a concepção à fase de criança, e daí até a idade adulta..

Texto aprovado na XXIX Convenção Geral da AICEB, 2017, São Luís – MA.

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A POSIÇÃO DA AICEB SOBRE A HOMOSSEXUALIDADE
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A POSIÇÃO DA ALIANÇA DAS IGREJAS CRISTÃS EVANGÉLICAS DO BRASIL SOBRE A HOMOSSEXUALIDADE.

“A AICEB, usando de sua liberdade religiosa e liberdade de se expressar, conforme a Constituição Federal, sendo submissa a Deus que criou o Homem e a Mulher, às Sagradas Escrituras e a sã consciência, declara sua posição firme e amorosamente a respeito da homossexualidade, tanto da pederastia quanto do lesbianismo”.

1. Deus, o Criador do homem (macho) e mulher (fêmea), os fez com estrutura peculiar e distinta um do outro com a finalidade última de glorificarem a Ele ao se complementarem
mutuamente através do relacionamento a dois para a perpetuação da espécie (Gênesis 2).

2. O homossexualismo não cumpre o propósito de Deus na Criação nem na Redenção nem na formação da família. Qualquer distorção desses princípios acarretará em sérios e trágicos resultados para a família, para a igreja e para a sociedade (Gênesis 19.23-29).

3. A Bíblia, nossa regra de fé e prática, registra que a prática homossexual é veementemente reprovada. Constatamos estes registros na Criação (Gênesis 2); na Lei (Levítico 18.22) e na Redenção (Romanos 1.27; 1 Coríntios 6.9; 1 Timóteo 1.10; Judas 7).

4. A “hermenêutica revisionista” que argumenta que o texto bíblico (texto que condena o homossexualismo, como: Gênesis 19, Levítico 18.22, Levítico 20.13 e Romanos 1.26-27), simplesmente significa algo diferente da interpretação tradicional da igreja, é plenamente inaceitável, visto que, tenta negar a autoridade e a inerrância das Escrituras Sagradas.

5. Em defesa das Escrituras Sagradas, contrapomos o movimento homossexual, pois ele vem tentando anular diretamente verdades centrais da Bíblia como questões sobre Deus, a natureza do homem, os propósitos e prerrogativas de Deus na criação, o pecado, a salvação, a santificação e indiretamente outros temas da teologia bíblica.

6. O homossexualismo é um dos pecados que ao ser regenerado pelo Espírito Santo, pode se arrepender de seu pecado e viver em comunhão plena com Deus e com a igreja, assim como os demais pecadores que eram praticantes de demais iniquidades (1 Coríntios 6.9-11).

7. Recriminamos a prática da violência ao homossexual.
a) Recriminamos a negligência em não anunciar o evangelho aos homossexuais;
b) Não será homofobia frisar que nas Sagradas Escrituras tanto o homossexual como qualquer pecador necessitam de fé em Cristo e arrependimento verídico. Diante disto, a AICEB pronuncia suas convicções bíblicas de forma compreensiva, justa e amorosa para com todos.

Texto aprovado na XXIX Convenção Geral da AICEB, 2017, São Luís – MA.

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