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NÃO A IDEOLOGIA DE GÊNERO
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NÃO A IDEOLOGIA DE GÊNERO

Macho e fêmea os criou, e os abençoou…” (Gênesis 5.2).  

Um menino e uma menina são iguais? Claro que não. São diferentes desde a formação no ventre materno, crescimento até a morte. São diferentes no interior e exterior do corpo. Quando Deus criou o homem e mulher criou-os diferentes entre si, diz o relato bíblico: “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gênesis 1.27).  

Quando a Bíblia expressa que Deus criou homem e mulher indica que eles são diferentes entre si e eles se diferem pelo sexo sim. Contrariando Deus, a Bíblia Sagrada, o Cristianismo, a tradição milenar da família e a Ciência, a ideologia de gênero afirma que a criança nasce sem o sexo definido e que o homem e a mulher são diferentes não por terem sido criados por Deus diferentes, com corpos diferentes, mas por construções sociais e culturais. Em outras palavras, porque os pais, a família, a educação e a própria sociedade os obrigam a serem diferentes. Exemplificando melhor, um menino só é menino por ter sido ensinado e obrigado a ser menino e uma menina só é menina porque foi ensinada e obrigada a ser menina.

A ideologia de gênero quer fazer as pessoas entenderem que existe um problema se houver diferenciação entre menino e menina, o problema da desigualdade, então é necessário que o menino seja igual à menina. Como a família tradicional não aceita esse ponto de vista, os adeptos da ideologia de gênero tentam entrar nas escolas através dos planos de educação, filmes e propagandas e ensinar as crianças que não existem diferenças naturais entre menino e menina, que o menino pode ser menina e a menina pode ser menino e que um menino pode ter dois pais ou duas mães. Isso pode até solucionar o problema da desigualdade, mas criará outro problema bem pior, o problema da identidade de meninos e meninas e a destruição das famílias tradicionais que vamos perceber o impacto só daqui a algumas décadas.

Dizer que o homem e mulher são iguais é simplesmente blasfemar contra o Deus Criador que criou o homem para ser homem e a mulher para ser mulher e os criou diferentes por dentro e por fora.

Dizer que o homem e a mulher são iguais é uma forma grotesca de se rebelar contra Deus e seus ensinos encontrados na Bíblia Sagrada.

Dizer que o homem e mulher são iguais é jogar no lixo o conceito tradicional milenar da família que sempre defendeu que homem e mulher são diferentes.

A ideologia de gênero como existe hoje sofreu influencia dos teóricos: Simone de Beauvior – filósofa francesa que escreveu o livro O segundo sexo em 1949. A frase dela se tornou famosa numa prova do Enem há dois anos atrás: “Ninguém nasce mulher: torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade; é o conjunto da civilização que elabora esse produto intermediário entre o macho e o castrado que qualificam o feminino.” John Money – psicólogo e séxologo neozelandez numa obra de 1955, diz que “gênero é um certo tipo de conduta particular do homem e da mulher.” Robert Stoller – psiquiatra norte americano que escreveu o livro Sex and gender em 1968 foi adiante e afirma que “o sexo é somente biológico e o gênero é o que cada sociedade atribui ao seu papel.” Judith Butler – filósofa norte americana escreveu o livro em O problema do gênero em 1988. Afirma que gênero é uma construção social.

Qual a consequência da ideologia de gênero?

1. EROTIZAÇÃO DAS CRIANÇAS

Propagandas de marcas, filmes e as propostas de educação da ideologia de gênero têm como objetivo erotizar as crianças. Para isso não acontecer, os pais precisam ensinar a Bíblia aos seus filhos: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” (Provérbios 22.6)

2. CONFUSÃO DE IDENTIDADE, PERVERSÃO DA NATUREZA HUMANA E DEFORMAÇÃO DA FAMÍLIA E DA SOCIEDADE

Cito alguns gêneros para mostrar que isso só trás confusão, perverão e deformação da família e sociedade: Transhomem – nasceu no sexo feminino, mas tem sentimento de pertencimento total ou parcial pelo gênero masculino, a ponto de sentir necessidade de ser reconhecido socialmente como homem. Transmulher – é a pessoa que genética e fisicamente nasceu homem e foi culturalmente designada como tal ao se desenvolver, mas que em algum momento da sua vida – geralmente na primeira infância – percebe a si como mulher. Neutro – não é macho nem fêmea em relação ao sexo biológico. Gênero-fluido – alguém cujo gênero muda de tempos em tempos. Este é um termo bastante brando, que cobre qualquer tipo de mudança de gênero. Gênero-estrela – um gênero não-binário que nunca poderá ser definido adequadamente por termos e definições precisas. Ou, um gênero de uma estrela, ou outro tipo de gênero relacionado a outros mundos/a alienígenas, um gênero além da compreensão. Trigênero – alguém que possui três gêneros. Pode ser um de cada vez, todos ao mesmo tempo, ou outras combinações. Gênero-borrão – uma identidade poligênero, na qual os diferentes gêneros estão tão “borrados” que é difícil ou impossível de identificar quais são. Gênero-vácuo – alguém cujo gênero não existe, e que sente um vácuo onde deveria estar o gênero. Também pode ser um termo utilizado para alguém sem gênero, já que agênero e neutrois podem ser utilizados como sinônimos de gênero neutro. Turbogênero – alguém que tentou entender seu gênero, mas tal gênero é muito confuso e embaraçado para isso. Ilusogênero – alguém que sabe qual é seu gênero, mas que ainda sente que ele é falso, por causa de neurodivergência ou pressões externas (família, sociedade, etc).

“Ai dos que chamam ao mal bem e ao bem, mal, que fazem das trevas luz e da luz, trevas, do amargo, doce e do doce, amargo” (Isaías 5.20).

3. DESTRUIÇÃO DA FAMÍLIA TRADICIONAL

            Coloque em uma ilha apenas 100 homens ou apenas 100 mulheres e daqui a 100 anos, a população da ilha desaparecerá. Ponha 50 casais em uma ilha e daqui a 100 anos terá uma população crescente. A ideologia de Gênero destrói as famílias, enquanto que a família como Deus a instituiu cresce e cumpre o propósito de Deus: “E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra…” (Gênesis 1.28)

Graças a Deus a sociedade cristã e família tradicional estão reagindo a essa ideologia diabólica, pois somente com famílias como Deus instituiu: Pai/Homem, Mãe/Mulher e Filhos é que a sociedade será forte.

Deixemos e ensinemos os meninos a desenvolverem a masculinidade como ensina a Bíblia e deixemos e ensinemos as meninas a desenvolverem a feminilidade bíblica como o Criador criou. E quanto a sua família, ela está ameaçada, ute por ela usando os ensinos da Bíblia Sagrada e orando pedindo a Deus que a mantenha como é o desejo d’Ele: PAI/Homem, MÃE/Mulher e FILHOS unidos e servindo a DEUS: “Lutem por seus irmãos, por seus filhos e por suas filhas, por suas mulheres e por suas casas” (Neemias 4.14, NVI).

Pr. Jairo Oliveira dos Santos

Pastor da Primeira Igreja Cristã Evangélica de Barra do Corda-MA. Bacharel em Teologia pelo Seminário Cristão Evangélico do Norte em São Luís – MA, Licenciado em Filosofia pela Faculdade Evangélica do Meio Norte de Coroatá-MA, Pós graduado em Gestão e Docência do Ensino Superior pela Faculdade Ieducare de Tianguá-CE e mestrando pelo Seminário Cristão Evangélico do Norte em São Luís-MA. Casado com Andréia e pai de dois filhos: Tirza e Esdras

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TEOMORFISMO: O QUE SIGNIFICA?
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TEOMORFISMO: O QUE ISSO SIGNIFICA?

Em nossas leituras teológicas e nas conversas a respeito da interpretação bíblica sempre nos deparamos com termos como antropomorfismo que se trata de uma figura de linguagem utilizada pelos escritores da Bíblia em que características humanas são atribuídas a Deus e antropopatismo que se trata de uma figura de linguagem também utilizada pelos escritores sacros em que sentimentos humanos são atribuídos a Deus.

Muito embora sejam os homens que costumam atribuir características suas a Deus, mesmo que seja de forma figurada, existe uma característica divina que foi atribuída pelo criador ao homem desde o momento de sua criação, de forma definitiva e absoluta que é o teomorfismo.
Por teomorfismo podemos entender que se trata da forma divina com a qual o homem foi criado, conforme aparece na Bíblia pela expressão imagem e semelhança (Gn 1.26), ou seja, Deus (theos) fez o homem segundo à sua forma (morphé), portanto, este se trata de um ser teomórfico, pois carrega consigo a imagem de Deus, ou conforme o texto bíblico, o homem é a imagem e semelhança do criador.

É interessante considerar a condição teomórfica do homem a partir dessas duas características que a Bíblia apresenta, a saber, imagem e semelhança, pois elas trazem as implicações mais precisas a respeito do propósito divino para o homem. Antes, porém é importante dizer que no texto original hebraico não existe conjunção entre estas duas palavras, mostrando que são termos equivalentes.

A palavra imagem é a tradução do termo hebraico tselem, que significa esculpir ou cortar, no sentido de fazer outro igual ao original, mostrando que o homem é uma imagem exata de Deus, uma representação ideal do criador e que por esta razão está apto a representá-lo diante do restante da criação.

A palavra semelhança é a tradução do termo hebraico demuth que significa ser igual, de modo que o fato do homem ser a imagem de Deus implica ser também semelhante a ele, portanto é uma representação fidedigna de Deus nos aspectos que o criador comunicou à sua criatura.
O teomorfismo é, deste modo, a forma que Deus comunicou de si ao homem através da sua imagem e semelhança, para que este pudesse representá-lo adequadamente e governasse o restante de sua criação como um verdadeiro mordomo que zela pelo que lhe foi confiado.

Este controle pelo qual o homem pode representar a Deus fidedignamente é mais bem visto em alguns aspectos da experiencia diária pelos quais a condição teomórfica se torna mais evidente, pois ao agir sob a obediência ao criador, se cumpre adequadamente a tarefa confiada.

O primeiro desses aspectos é o domínio concedido aos homens pelo próprio Deus (Gn 1.26) quando deu autoridade suprema de forma definitiva para que o homem pudesse estabelecer uma sociedade, desenvolver uma cultura e cuidar da criação de forma que o nome de Deus pudesse ser honrado através desse domínio.

Um segundo aspecto a ser considerado é o fato de o homem ter sido criado homem e mulher, os quais através do companheirismo e da complementariedade, refletem a condição teomórfica que carregam consigo, mostrando assim que Deus não existe como um ser solitário, mas existe como um ser em comunhão com suas criaturas e consigo mesmo através da trindade.

Isto não quer dizer que o homem e a mulher são representantes físicos de Deus, mas que ao se tornarem uma só carne representam a comunhão de Deus consigo mesmo e com seus filhos, como deixa claro o apóstolo Paulo ao usar o casamento do homem e a mulher como uma figura do amor de Cristo por sua igreja (Ef 5.25).

O terceiro aspecto é a responsabilidade que Deus deu ao homem ao confiar o mandato cultural a este (Gn 1.28), revelando assim que a condição teomórfica se expressa pela capacidade humana de exercer suas funções à semelhança de Deus, quando de forma planejada criou tudo que existe.

O teomorfismo é, portanto, uma condição comum a todos os filhos de Deus a qual é intrínseca à natureza humana como um privilégio único que Deus concedeu ao único ser criado à sua imagem e semelhança.

Pr. Otoniel Gomes Oliveira

Pastor da Igreja Cristã Evangélica em Cidade Operária, São Luís – MA. Bacharel em Teologia pela Faculdade Kurios. Formado em Teologia Pastoral e Mestrando em Ministério pelo (SCEN). Especialista em Estudos Teológicos pelo Centro de Pós Graduação Andrew Jumper. Treinado em Liderança Avançada e Gestão de Pessoas e Comunicação pelo Instituto Haggai. É professor do SCEN com atuação em Teologia Sistemática/Liderança. Casado com Loide, pai de Lorena e Olavo.

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